Imagens de igrejas sendo vandalizadas e incendiadas chocam o mundo

As cenas dos templos em chamas causaram grande comoção.

Um dia para ser esquecido. Um protesto que aconteceu no Chile, neste domingo (18), causou muita revolta e indignação em todo o mundo.

Milhares de manifestantes saíram as ruas da cidade de Santiago, capital chilena, para realizar uma manifestação em comemoração ao primeiro aniversário dos protestos contra a desigualdade que tomaram conta do país, no ano de 2019.

O ato que a princípio tinha um objetivo pacífico, descambou para violência e para o vandalismo produzindo cenas lastimáveis que chocaram o mundo.

Durante a manhã de domingo as pessoas se manifestaram de maneira organizada e sem nenhum tipo de ocorrência mais grave, contudo com o passar das horas os ânimos ficaram mais exaltados e brigas generalizadas começaram a surgir.

O principal confronto aconteceu entre a torcida jovem do Colo Colo e da Universidad de Chile, entre eles havia muitas pessoas encapuzadas que partiram para uma afronta a polícia que estava no local.

Segundo a imprensa local 18 policias ficaram feridos e cinco manifestantes foram presos, durante o confronto entre os torcedores.

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Mas a situação ainda estava fora de controle, um grupo de pessoas seguiu marchando pelas ruas da cidade e atearam fogo em duas igrejas católicas de Santiago.

A primeira igreja que foi vandalizada e incendiada foi o Santuário de São Francisco Borja, que é tradicionalmente usada pela polícia chilena para realização de cerimônias institucionais.

Algum tempo depois a igreja de Assunção, uma das mais antigas e tradicionais da capital chilena foi vista em chamas para o desespero da população local.

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A igreja de Assunção possui mais de 500 anos de idade e era uma um atrativo turístico da região.

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Vale ressaltar que a manifestação que terminou de maneira violenta, aconteceu a uma semana da realização de um plebiscito de suma importância que visa mudar a Constituição criada pela ditadura do General Augusto Pinochet  que ficou no poder entre os anos de 1973 3 1990, que não garante ao cidadão chilena direitos sociais básicos, como educação, saúde e previdência.

 

Via: exame.com

Escrito por Fabí Batista Stos

Trabalho há 11 anos como colunista de notícias, especializada em TV e Famosos, curiosidades, relacionamento, culinária, entretenimento, lazer, saúde e universo feminino.